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Técnico diz que servidor público não pode errar

Everaldo Galdino PGE/MT

Arquivo Pessoal
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Encerrando o mês de outubro, sobre a série de entrevista com servidores públicos que atuam na Procuradoria Geral do Estado, em razão da comemoração ao Dia do Servidor Público, que ocorreu no último dia 28, segue uma entrevista com o técnico da instituição, Arnaldo de Jesus Garcia Gonçalves, 48 anos, da Subprocuradoria-Geral Fiscal.

Natural de Andirá (PR), que há 36 anos vive em Cuiabá, o servidor público que trabalha na área de Tecnologia da Informação, fala que foi responsável por planejar e produzir o Sistema de Acompanhamento da Dívida Ativa (Sada), ferramenta digital utilizada pelos profissionais da Subprocuradoria Fiscal. 

Desde 1993, ele trabalha com informática e teve sua primeira experiência atuando como prestador de serviço na Caixa Econômica Federal.  Na entrevista, Arnaldo Gonçalves, ao falar sobre o cargo que exerce na instituição, destaca que é “incentivado a solucionar/melhorar algo, participar do desenvolvimento de novas rotinas. Penso que vale muito planejar antes para não perder tempo depois”. Questionado sobre o que diria às pessoas que pretendem seguir carreiras no serviço público estadual, ele pontuou: “O servidor público é um profissional como qualquer outro. Com uma pequenina diferença: o servidor público não pode errar”.

 

PGE - Por que escolheu o serviço público estadual para trabalhar?

R: Por motivo da estabilidade.

  

PGE- Há quanto tempo você  atua na área pública?

R: 24 anos.

  

PGE- Esse é o primeiro cargo?  Se for não, quais foram?

R: Mais ou menos, pois já trabalhei na Caixa Econômica Federal por 11 anos, mas era como prestador de serviço.  Lá, desempenhei minhas funções nas áreas de TI, estratégico e análise/regularização de ocorrências.

  

PGE- Quanto tempo atua na instituição?

R: 16 anos.

  

PGE - Fale sobre sua profissão,  formação e experiências.

R: Em 1993 comecei a trabalhar com informática e desde então, minha atividade está sempre ligada a área de Tecnologia da Informação.

  

PGE-  Teve  incentivos para atuar no serviço público? 

R: Sim, a necessidade.

  

PGE - O que mais gosta de fazer quando não está trabalhando?  Pode exemplificar?

R: Reunir com amigos para um bom papo.

  

PGE - Se não fosse servidor público, o que seria?

R: Com certeza seria instrutor de algo ou ligado a área de TI.

  

PGE – Como avalia o tempo de trabalho?

R: Varia muito. Tem época que desenvolvo minhas atividades com bastante tranquilidade, mas tem época que as coisas acontecem meio no atropelo. O segredo é não se desesperar e dentro do possível, fazer tudo da melhor maneira possível.

  

PGE - Conciliar trabalho, estudos, família, e outras atividades, é  possível?  Como?

R: Mais do que possível, é necessário! Não dá para ser só um lado, tem que saber dosar. Quando estamos no trabalho, não é possível esquecer completamente a família. Do mesmo jeito que também não é possível ficar de fora das questões do trabalho quando estamos em casa. Por isso, é preciso saber o momento certo de cada um.

  

PGE - Sobre o cargo que exerce, o que mais gosta de fazer em relação as atividades de trabalho?

R: Gosto muito quando sou instigado/incentivado a solucionar/melhorar algo, participar do desenvolvimento de novas rotinas. Penso que vale muito planejar antes para não perder tempo depois.

  

PGE  - Cite um livro de cabeceira que mais gosta.

R: A Bíblia.

  

PGE  - Tem alguma personalidade no serviço público estadual, como referência, que pode citar?  Por que?

R: Sim, o Sr. Emanoel Messias Ferreira (FTE já aposentado). Aprendi muito com ele, principalmente algo conhecido como “Inteligência Emocional”.

  

PGE - Gosta de opinar nos assuntos de política, economia, esporte, educação e outros?

R: Como todo mundo, é claro. Sou muito curioso nos mais diversos assuntos. Não porque eu pense que seja importante, mas porque eu realmente gosto de assuntos novos e diferentes. E dessa forma, acabamos sempre tendo uma  certa opinião sobre isso ou aquilo.

 

PGE - Teve algum projeto ou já realizou alguma ação para melhorar o serviço público estadual, especificamente no exercício do cargo na instituição?

R: Sim. Dentre outras coisas, participei desde o planejamento até a produção do Sistema de Acompanhamento da Dívida Ativa – SADA, como responsável operacional.

 

PGE - De que forma contribuiu?

R: Eu depurava as necessidades da PGE, para posteriormente apresentá-las à equipe desenvolvedora do SADA (FUNDETEC). Trocando em miúdos: eu fazia a ponte entre PGE e a FUNDETEC, gerando demanda para o desenvolvimento do Sistema.

 

PGE –  Costuma comemorar o Dia do Servidor Público com outros colegas, familiares, amigos?

 

R: Infelizmente não. Mas preciso mudar isso.

 

PGE - Qual a mensagem que queira deixar  sobre o Dia do Servidor Público?

R: “A mais honrosa das ocupações é servir o público e ser útil ao maior número de pessoas” - Montaigne

 

PGE -  O que diz às pessoas que pretendem seguir  carreiras no serviço público estadual?

R: Seja bem-vindo e boa sorte, pois o servidor público é um profissional como qualquer outro. Com uma pequenina diferença: o servidor público não pode errar.